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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Laicato reúne profissionais cristãos leigos


A fim de conscientizar os leigos sobre seu papel na sociedade, uma iniciativa da Comissão Episcopal para o Laicato da CNBB, reuniu profissionais, entidades e expressões laicais para um encontro de profissionais cristãos, realizado em Brasília, de 7 a 09 de novembro. Segundo o presidente da comissão, dom Severino Clasen, bispo de Caçador/SC, “é de interesse para o laicato reunir todos os profissionais, cristãos leigos e também suas entidades, expressões, movimentos, associações e os profissionais liberais para uma reflexão sobre o papel e a missão deles na Igreja e no mundo”. O bispo também ressalta que a comissão está preocupada em fazer com que os leigos sejam protagonistas na evangelização na Igreja e no mundo.


Cerca de 40 participantes, das mais diversas profissões, representaram os regionais da CNBB e os estados do Brasil. À luz do tema “O profissional cristão e sua missão no mundo atual – esperanças e desafios”, o encontro teve início com uma reflexão apresentada pelo secretário executivo da Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP), organismo vinculado à Conferência, Pedro Gontijo, que avaliou os profissionais cristãos na realidade. O secretário mostrou a importância da atuação dos profissionais como cristãos e insistiu na relação entre testemunho e ação.


Entre os profissionais presentes estavam advogados, terapeutas, enfermeiros e professores, que partilharam as atuações em suas respectivas profissões. O encontro abordou ainda os desafios para a evangelização no âmbito do trabalho, elegendo a dificuldade de evangelização nesses ambientes como um desafio a ser enfrentado.


A iniciativa quis propor uma rede entre os profissionais cristãos e suas entidades e ainda reforçar a profissão como campo de missão dos cristãos católicos como sujeitos, no âmbito de uma Igreja “em saída”, como sugere o papa Francisco.


De acordo dom Severino, “a Igreja tem esquecido algumas categorias, e nós, do laicato, temos esse interesse de ir de encontro para que se sintam acolhidos e amados pela Igreja”. Segundo o bispo, “é muito importante ouvir os profissionais cristãos, deixá-los partilhar suas experiências, testemunhos, porque isso aproxima, e quando nos aproximamos, despertamos o diálogo e muitas coisas podem ser esclarecidas. Nós queremos um mundo mais fraterno, de mais diálogo, com mais justiça.”, conclui.


Dom Severino afirmou que os participantes elogiaram a iniciativa da comissão, que pretende dar continuidade aos encontros com profissionais.


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Fonte: Portal da CNBB

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Professor universitário aos 21 anos: O mais novo Profissional do Reino da diocese de Floriano


Desde o fatídico retiro de Carnaval em 1994 na Universidade Federal de Viçosa/MG onde o Senhor revelou a Fernando Galvani, o Mococa, o sonho das Universidades Renovadas muito Ele já nos tem revelado, mas a cada dia Ele nos surpreende com mais uma parte de Seu projeto.


E é por meio de nós luquinhas que Ele fará a mudança nas nossas Instituições de Ensino Superior. Uma das maneiras é com professores de ardor renovado e bom conhecimento científico. 


Documento de nomeação / Arquivo pessoal
O MUR-PI louva muito a Deus pelo mais novo professor universitário de nosso Estado. Guilerme Guarino tem 21 de anos de idade e menos de um ano graduou-se em Enfermagem por uma faculdade particular na diocese de Floriano. 


O enfermeiro, que teve uma experiência pessoal com Jesus Cristo participando de um GOU de sua faculdade, foi aprovado e acaba de receber a convocação para ser professor efetivo da Universidade Federal do Piauí (UFPI). 


“Sinto uma alegria tão grande que não cabe dentro de mim... Não tenho dúvidas, que Deus quem faz tudo em minha vida. E o MUR foi um presente maravilhoso em minha vida, que sempre estimulou o crescimento da minha fé e desembaraçou muitos laços da minha carreira profissional. A minha missão como profissional cristão é mostrar a ética profissional e a temor a Deus no meu local de trabalho.”, vibrou Guarino.



Para aqueles que estão terminando ou já terminaram as suas graduações e vivem a expectativa no Senhor pelo momento profissional, Guilerme deixa uma mensagem: “Meu processo de nomeação foi lento, mas Deus sempre mostrou que não me esquece. O tempo de Deus é o certo, se não fosse esse tempo muitas coisas não teriam se esclarecido na minha carreira. A Deus toda honra, e só ele eh digno de louvor!”. Louvado seja o nome de nosso Senhor Jesus Cristo! 



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Ráurison Ribeiro, o filho do Altíssimo
Da Comissão de CS do MUR-PI, em Teresina
raurisonribeiro@yahoo.com.br

segunda-feira, 24 de março de 2014

Aumenta o número de profissionais com carreira consolidada e ótimos salários, como médicos, dentistas e sociólogos, que abandonam tudo para se tornar padres

O paraense Renato Sarmento cresceu cultivando o sonho de se formar em medicina. Primogênito de três filhos de um comerciante e uma contabilista, só conseguiu concretizá-lo depois de tirar a sorte grande. Ele acertou a quina da Mega Sena, em 2007 e, com os R$ 18 mil do prêmio, pagou um semestre inteiro em uma faculdade privada. Mais adiante, conseguiu um financiamento estudantil para arcar com o restante do curso. Assim, pôde se tornar o primeiro médico da família. 

Empregado em dois postos de saúde e num hospital público em sua cidade natal, Paragominas, o rapaz tinha carro, um salário de R$ 17 mil e namorava. Sua carreira ia tão bem que conseguiu um estágio no departamento de neurocirurgia do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. Mas Sarmento não se achava pleno. “Sentia uma inquietação, um vazio”, diz ele, sentado no banco de um seminário católico, na capital paulista, seu novo endereço desde o mês passado. 

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OPÇÃO 
O médico Sarmento terminou com a namorada, trocou um salário de R$ 17 mil
e uma carreira promissora para encarar nove anos de estudos e se tornar padre

Sarmento abandonou a carreira, terminou o namoro, abriu mão dos bens materiais e é, hoje, aos 25 anos, um dos 17 seminaristas matriculados no curso de propedêutica do seminário Nossa Senhora da Assunção. Seu novo sonho é ser padre. Foi na capital paulista, no silêncio da Catedral da Sé, em meados de 2013, que ele sentiu esse chamado, logo anunciado ao pároco local. 

De volta ao Pará, conheceu um padre que se tornou uma espécie de mentor espiritual até sua mudança definitiva para o seminário. Histórias como a do jovem paraense são cada vez mais frequentes. Reitores das casas diocesanas apontam para um aumento do número de seminaristas que, já com uma faculdade no currículo, optam por abandonar suas profissões para dar ouvidos ao chamado de Deus.

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MUDANÇA
Schwaab era repórter de jornal até o ano passado.
Hoje é requisitado para entrevistar sacerdotes

Além do médico, no seminário paulista há um dentista, um psicólogo e um pós-graduado em sociologia que formam um grupo de 13 pessoas com curso superior. Em 2013, havia oito (leia quadro). “Estamos aprendendo a lidar cada vez mais com adultos que já chegam com uma considerável bagagem cultural e humana”, diz o padre Lucas Mendes, formador do seminário São José, da diocese de Porto Alegre. 

Nessa casa, há oito seminaristas com curso superior, sete a mais do que no ano passado. “Atualmente, o processo de maturação é lento, acontece em idades mais avançadas e isso reflete na decisão vocacional tardia.” Seminários como os de antigamente, nos quais o candidato se matriculava ainda criança, com 11, 12 anos, são cada vez mais raros no País. Poucos ainda resistem em regiões predominantemente rurais.

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CORAGEM 
Passos cursou economia e ganhava R$ 12 mil como executivo comercial
de uma incorporadora. Aos 36 anos, chegou ao seminário
 
Foi logo após o Concílio Vaticano II (1962-1965), reunião de bispos do mundo inteiro que provocou profundas mudanças na Igreja Católica, que formadores vocacionais passaram a receber candidatos mais velhos. Ainda assim, naquela época em que os católicos representavam mais de 90% da população brasileira, a experiência cristã acontecia já na infância, o que influenciava vocações religiosas precoces. 

Atualmente, pelo fato de as famílias serem mais enxutas e em muitas delas a tradição católica não vir de berço, a vocação cristã é empurrada para outros momentos da vida. “No caso, muitas vezes, depois de experiências acadêmicas e no mercado de trabalho”, afirma o padre Valdecir Ferreira, assessor dos ministérios ordenados e vida consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

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PERFIL
Alunos do Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo: aumento
de 45% do número de seminaristas com ensino superior

A bagagem dos seminaristas com profissão costuma ser aproveitada pela Igreja. Em Porto Alegre, por exemplo, o jornalista Darlan Schwaab, 24 anos, um dos oito do seminário São José, já foi escalado para entrevistar um padre para o departamento de comunicação local. Schwaab era repórter de cultura e gastronomia do jornal “Zero Hora” até o fim do ano passado, quando decidiu seguir uma vocação que já despontava desde pequeno. Nascido no Acre, ele vai à missa aos domingos desde 5 anos, foi coroinha e frequentou retiros vocacionais. “Mas decidi não tomar nenhuma decisão antes de me formar, para discernir melhor”, diz. 

Para o sacerdote José Luiz da Silva, formador do seminário Santa Cruz, em Goiânia, os jovens de agora não gostam de assumir compromissos duradouros. Ele fala isso tendo em mente os nove anos de estudos necessários para que um aluno seja ordenado padre. “Mas com o passar do tempo a nossa existência cobra isso e, assim, as vocações tardias vão aumentando”, diz.

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O pernambucano Adriano Bezerra dos Passos, 36 anos, matriculou-se neste ano no seminário paulista, mas sete anos atrás já havia iniciado um período de acompanhamento vocacional com a intenção de envergar a batina. Nesse hiato, seguiu atuando como administrador financeiro de shopping centers. Os sinais de sua vocação eram tão claros que, em seu último emprego, numa incorporadora que lhe pagava R$ 12 mil mensais como executivo comercial, os colegas o apelidaram de padre. 

Passos cursou economia, foi coroinha, participou de comunidades eclesiais de base e manifestou ao pai o desejo de ser sacerdote aos 12 anos. Mas foi só no ano passado, ao ver ao vivo o discurso do papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude, que decidiu mudar os rumos de sua vida. “Eu cresci no meio do povo, em comunidade, faz parte da minha formação. O papa tem o poder de fazer as pessoas se voltarem para a Igreja e eu resolvi me aproximar das dores e do sofrimento das pessoas como ele prega”, afirma.

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A decisão do pernambucano, que se candidatou para recolher o lixo no seminário, não foi surpresa para as pessoas próximas, incluindo a então namorada, com quem rompeu para amadurecer os sinais de sua vocação. Seu companheiro de casa, o médico Sarmento, ao contrário, sofreu um pouco mais. Sua então namorada, quando comunicada da decisão de seguir uma vida religiosa, achou que ele a estivesse traindo. “O que choca as pessoas não é a minha escolha, mas o que abandonei, a carreira como médico e o que poderia conquistar financeiramente”, diz. 

Posando para as fotos com o estetoscópio e o jaleco que trouxe para o seminário, ele completa, parafraseando o evangelista Lucas, também um médico: “No exercício da medicina, eu indicava remédios, cuidava do corpo. Aqui, eu trato as questões da alma, do espírito.”

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Fonte: Imagens e texto do site da Revista Istoé (http://www.istoe.com.br/reportagens/353586_MUDANCA+DE+HABITO?pathImagens&path&actualArea=internalPage)

domingo, 1 de setembro de 2013

Parabéns aos novos Profissionais do Reino do Piauí!!!


O MUR da diocese de Floriano, Sudoeste do Piauí, esteve em festa pelo êxito logrado por alguns luquinhas no curso de Bacharelado em Enfermagem na Faculdade de Ensino Superior de Floriano (FAESF).


As solenidades se encerraram no sábado (24) com um baile em clube tradicional da “Princesa do Sul”. Dilma Aurélia, Guilerme Sá e Joaquim Guerra participavam do GOU Filhos de Maria na referida faculdade.


Ráurison Ribeiro e Mislene Rosado
Estiveram presentes Ana Luiza Gonzaga, coordenadora diocesana do MUR-Floriano; Ráurison Ribeiro, coordenador da Comissão de Comunicação Social do MUR-PI; Mislene Rosado, coordenadora emérita do MUR-PI e membros do Ministério Universidades Renovadas e da Renovação Carismática Católica da cidade.


O Núcleo Diocesano do MUR acompanhou todas as solenidades da formatura e preparou faixas e banners para as mesmas numa demonstração de carinho e apoio àqueles que tiverem a oportunidade de ter o encontro pessoal com Jesus Cristo no período acadêmico.


Os agora “Profissionais do Reino” já tinham sido destaque aqui no blog em maio deste ano quanto conquistaram uma premiação inédita num evento internacional da área de Enfermagem. Leia novamente sobre essa premiação clicando aqui. Na oportunidade agradeceram o MUR pelas experiências proporcionadas.


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Ráurison Ribeiro, o filho do Altíssimo
Da Comissão de CS do MUR-PI, em Floriano
raurisonribeiro@yahoo.com.br