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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Eleições 2014: ‘Bancada evangélica’ em 2015 terá mais de 40 deputados federais.

A bancada evangélica de 2015 terá mais de 40 deputados federais, muitos deles reeleitos e outros iniciantes na vida política como é o caso do cantor Irmão Lázaro (PSC) eleito como deputado federal pela Bahia com 161.438 votos.


Irmão Lázaro ficou no terceiro lugar entre os mais votados de seu estado, mesma posição alcançada pelo Pastor Marco Feliciano (PSC) em São Paulo onde teve 398.087 votos, 186 mil votos a mais em relação à eleição de 2010.


Já o Pastor Eurico (PSB) ficou em segundo lugar entre os deputados mais votados em Pernambuco tendo 233.792 votos. Mesma posição alcançada por Silas Câmara (PSD) no Amazonas, onde conseguiu se reeleger com 166.281 votos.


Apesar das reeleições de nomes como João Campos (PSDB-GO), Roberto de Lucena (PV-SP), Paulo Freire (PR-SP), Márcio Marinho (PRB-BA), Missionário José Olímpio (PP-SP), Arolde de Oliveira (PSD-RJ) e outros, a Frente Parlamentar Evangélica perde nomes como Lauriete, Marcelo Aguiar, Acelino Popó, Antônia Lúcia que não disputaram as eleições ou não se reelegeram.


Entre os nomes novos podemos citar Alan Rick (PRB-AC), Julia Marinho (PSC-PA), Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ), Geovania de Sá (PSDB-SC) e Marcos Soares (PR-RJ) que chegam para somar força na defesa dos valores cristãos.


Deputados federais por estado:

Acre
Alan Rick (PRB)

Amapá
André Abdon (PRB)

Amazonas
Silas Câmara (PSD)

Bahia
Irmão Lázaro (PSC)
Márcio Marinho (PRB)
Erivelton Santana (PSC)
Tia Eron (PRB)

Ceará
Ronaldo Martins (PRB)

Distrito Federal
Ronaldo Fonseca (PROS)

Goiás
João Campos (PSDB)
Fábio Sousa (PSDB)

Maranhão 
Eliziane Gama (PPS)
Cleber Verde (PSDB)

Mato Grosso
Victório Galli Filho (PSC)

Minas Gerais
George Hilton (PRB)
Lincoln Portela (PR)
Leonardo Quintão (PMDB)
Stefano Aguiar (PSC)

Pará
Julia Marinho (PSC)
Josué Bengtson (PTB)

Paraná
Edmar Arruda (PSC)
Hidekazu Takayama (PSC)
Delegado Francischini (SD)

Pernambuco
Pastor Eurico (PSB)
Anderson Ferreira (PR)

Rio de Janeiro
Sóstenes Cavalcante (PSD)
Arolde de Oliveira (PSD)
Benedita da Silva (PT)
Marcos Soares (PR-RJ)
Washington Reis (PMDB)
Ezequiel Teixeira (SD)

Rio Grande do Norte
Antônio Jácome (PMN)

Rio Grande do Sul
Ronaldo Nogueira (PTB)
Onyx Lorenzoni (DEM)
Carlos Gomes (PRB)

Rondônia
Marcos Rogério (PDT)
Nilton Capixaba (PTB)

Roraima
Johnathan de Jesus (PRB)
Carlos Andrade (PHS)

Santa Catarina
Geovania de Sá (PSDB)

São Paulo
Pastor Marco Feliciano (PSC)
Missionário José Olímpio (PP)
Gilberto Nascimento (PSC)
Paulo Freire (PR)
Vinicius Carvalho (PRB)
Roberto de Lucena (PV)
Antônio Bulhões (PRB)
Jefferson Campos (PSD)

Sergipe
Pastor Jony (PRB)

Tocantins
César Halum (PRB)


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Fonte: Publicado antes pela Comunidade Shalom, imagem da Internet

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Romaria da Solidariedade na região do Piauí afetada pela Mineração

Os moradores de algumas comunidades do sul do Piauí, a maioria gente humilde, como Baixio dos Belos e Contente, nos municípios de Curral Novo e Paulistana, no semiárido piauiense, respectivamente, além de enfrentarem problemas como a seca, ainda tem de lutar por suas terras, que estão sendo devastadas pela mineração. Os moradores dessa região estão temerosos em perder suas terras e ficarem desamparados sem ter para onde ir.


Nos últimos dias, o Baixio dos Belos, uma comunidade de aproximadamente cerca de 80 pessoas localizada a 40 quilômetros da sede Curral Novo, foi invadida por forasteiros dos mais diferentes tipos, colocando o povoado no “olho do furacão da mineração”. A maioria dos mineradores estão a procura de terras para especulação e se utiliza dos mais diferentes ardis para enganar a população desinformada. O povoado fica a menos de 9 quilômetros do local onde foi descoberta a maior jazida de ferro do Piauí e poderá desaparecer.


Preocupados com a situação, os moradores, recorreram à Igreja, no intuito de sensibilizarem as autoridades tanto em âmbito municipal, estadual e federal, para que eles vejam o tamanho da injustiça que esta sendo praticada pelos mineradores nessa região do Piauí, pois as famílias estão sendo expulsas das suas terras.


Em vista desse problema, teve início nesta segunda-feira (04), a primeira Romaria da Solidariedade, que tem como tema “Deus dos Peregrinos, dos pequeninos, Jesus Cristo Redentor”, realizada pela Diocese de Picos junto às famílias na zona do minério de ferra nos municípios de Curral Novo do Piauí, Simões e Paulistana. 


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terça-feira, 24 de junho de 2014

Governo de São Paulo institui o Dia da Aliança de Amor

“Fica instituído o ‘Dia da Aliança de Amor’, a ser comemorado, anualmente, em 18 de outubro, no Estado de São Paulo.” Assim publica o texto da Lei nº 15.462, assinada pelo Governador Geraldo Alckmin, no Diário Oficial do Estado, 20 de junho.


Com isso, a Aliança de Amor, ato de fundação da Obra Internacional de Schoenstatt, é reconhecida em seu alto significado para a cultura paulista, pois reza a constituição estadual, em sua emenda 4094: “A lei disporá sobre a fixação de datas comemorativas de fatos relevantes para a cultura estadual.” E justifica: “Um povo indiferente e ignorante quanto à compreensão de suas raízes culturais pouco pode pretender em termos de um desenvolvimento global harmônico e integrado."


A deputada estadual Rita Passos, em seu projeto de lei, justifica a influência do Movimento Apostólico de Schoenstatt na cultura paulista por meio de milhares de famílias que recebem a visita da Mãe e Rainha. A Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, na qual há “verdadeiros missionários, numa autêntica campanha de evangelização integrada aos objetivos e projetos de suas dioceses e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB.” Cita ainda a influência do Santuário de Schoenstatt, em Atibaia/SP, “Centro de peregrinação e oração é considerado um local sagrado, visitado por milhares de pessoas de todo o país, que vêm agradecer, pedir graças ou simplesmente conhecer, pois se trata de um lugar ‘onde é bom estar’.”


A votação favorável dos demais deputados e a aprovação pelo governador são o reconhecimento da verdade apresentada, realmente a influência positiva da Aliança de Amor, que completa cem anos, se sobressai na cultura paulista.


Assim, acrescenta-se oficialmente uma data comemorativa para todo o Estado que contém mais de 21% da população brasileira, mais de 43,6 milhões de pessoas. Celebrar essa data é uma grande contribuição para o presente o futuro, pois é celebrar um fato, com suas informações e contribuições, que influencia a história e a cultura de todo do Brasil.


Possa a Aliança de Amor exercer sempre mais influência em todo o país, a fim de que nossa cultura seja reconhecida também como uma cultura da aliança, na qual somos irmanados em busca do bem.


Vale lembrar que em alguns municípios essa data também é celebrada oficialmente pelos órgãos públicos, como em Londrina/PR, neste ano de 2014, e a cidade de Confins/MG tem o 18 de outubro como feriado municipal, devido a influência da Aliança de Amor de Schoenstatt em sua população local.


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Link da lei promulgada: http://www.legislacao.sp.gov.br/legislacao/dg280202.nsf/ae9f9e0701e533aa032572e6006cf5fd/3de466b768e31ad483257cfd0047c00d?OpenDocument


Texto de Ir. M. Nilza Pereira da Silva em Zenit.org
Imagem de Internet

terça-feira, 1 de outubro de 2013

“É preciso reconhecer a importância da fé cristã” Por Dom Alfredo Shaffler

Dom Alfredo é bispo diocesano de Parnaíba e presidente do Regional Nordeste 4 (Piauí) da CNBB


A laicidade do Estado tem sido um tema recorrente nos debates e abordagens. As necessárias evoluções no entendimento sobre o Estado e a realidade religiosa justifica essa reflexão. No caso da sociedade brasileira, a religiosidade é constitutiva, independentemente das singularidades confessionais. Não se pode desconhecer e desconsiderar as raízes cristãs no nascedouro e nos desdobramentos da história da nossa sociedade. Ignorar essa importância é uma postura preconceituosa, que considera a religião como elemento descartável ou de pouca valia. Significaria ignorar a história do nosso país da querida terra da santa cruz. Trata-se de uma avaliação que revela estreitamentos da racionalidade.


Como antídoto para essa distorcida visão, é preciso reconhecer a importância da fé cristã católica como elemento que sustenta crescimentos, avanços e configurações culturais de muita importância para o nosso país. Certamente, nesse horizonte de compreensão, é que se afirma como um dito incontestável “que o Estado é laico, mas o povo é religioso”. E o povo constitui a nação à qual o Estado está a serviço, como o compromisso de edificar e manter uma sociedade justa e solitária.


Povo é mais do que Estado, que é uma configuração sociopolítica a serviço do bem comum de uma nação, em respeito e obediência a princípios advindos da justiça, da verdade, do amor e do bem de todos. Nessa direção, portanto, não é inteligente confrontar como opostas e inconciliáveis as categorias Estado e Religiosidade. A distinção é benéfica e necessária para não incorrer em misturar indevidas. Contudo, colocar essas dimensões como antagônicas é confrontar-se diretamente como o povo, a partir de uma perspectiva preconceituosa.


Trata-se de uma grande incoerência pensar o Estado como instância prestadora de serviço ao bem comum que, ao mesmo tempo, deve discriminar a religiosidade, uma dimensão importante na inteireza da vida cotidiana. Infelizmente, essa discriminação acontece de muitas maneiras. Um claro exemplo ocorre quando o Estado, por compreensões equivocadas de gestores, propõe restrições legais ao uso de espaços por instituições religiosas. É obvio que a normatização é necessária para se evitar abusos ou mau uso do espaço público. Sem definições regulatórias, uma sociedade plural marcada pelo sentido de liberdade e autonomia, não pode funcionar adequadamente. Contudo, não se pode chegar ao absurdo de considerar a laicidade do Estado como uma oposição a tudo o que diz respeito a religiosidade.



É verdade que há de se considerar a seriedade de cada confissão religiosa numa sociedade plural. A própria legislação proporciona esse discernimento, com emissão de juízos de valor a respeito de Igrejas e grupos religiosos. Inaceitável é a compreensão da laicidade do Estado que exclui completamente a religiosidade e sua vivência. Quem perde, obviamente, é o povo e o próprio Estado, que não se permite intercambiar com uma força que muito o ajuda na promoção do bem comum. Imagine se a Igreja Católica, por exemplo, deixasse de prestar os serviços sociais que oferece. Incontáveis iniciativas, muitas ainda desconhecidas, realizadas nas periferias, em áreas urbanas e rurais, com negativos para um Estado que deve buscar o bem de todos.


A laicidade configura o Estado não como oposição à religiosidade. É um parâmetro que deve ajudar na distinção entre Estado e outras instituições, como os próprios partidos políticos, atualmente tão questionados no núcleo central de sua significação, representatividade, competência nas abordagens ideológicas e debates em vista do bem comum. Nenhum partido pode se considerar “dono do Estado”, impondo sua própria ideologia. Além disso, a máquina de governo que um Estado precisa não pode ser “ cabido de emprego”,” trampolim de promoção pessoal”e mecanismo de favorecimentos. A laicidade, quando bem entendida, não deixa que o Estado seja manipulado, não permitindo, assim, um eficiente serviço ao seu povo.


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Fonte: Texto e imagens do site do Regional Nordeste 4 da CNBB

terça-feira, 27 de agosto de 2013

#papouniversitário: Governo do Estado do PI: licitação cancelada, para casa de governador, tinha até chiclete e esfoliante


Num Estado com baixo índices de desenvolvimento como o nosso, reportagem do Jornal O Globo, do Rio de Janeiro, capital, mostra a refinada lista de compras para a casa oficial do chefe do Poder Executivo estadual. A compra de R$ 6,3 milhões seria realizada ontem, mas ela foi suspensa após o governador ser procurado pelo Jornal. O texto fora postada inicialmente no site de O Globo na Internet e foram literalmente transcrita. Cabe ao Jornal todos os créditos da matéria. Grifos nossos.



Ainda falta um pouco para a Civilização do Amor, mas ela é possível! 


Governador Wilson Martins
Foto: Divulgação Governo do Estado
RIO — O governo do Piauí publicou um edital de licitação este mês em que se propõe a pagar, com dinheiro público, até R$ 6.398.337,96 a empresas que forneçam à residência oficial do governador Wilson Nunes Martins (PSB) produtos como carnes, frios, bolos e salgados, frutas e verduras, bebidas, além de produtos de higiene, cosméticos e material de limpeza. Entre os itens relacionados, estão produtos pessoais como reparador de pontas de cabelo, hidratante para o corpo, gel esfoliante para o rosto, aparelho de barbear e filtro solar, entre outros. Já na lista de alimentos constam camarões, lagosta, picanha e até macarrão instantâneo, chicletes e rapadura.


A licitação, para o fornecimento desses produtos durante um ano, seria realizada nesta segunda-feira. Mas, após ser procurado pelo GLOBO, o governador Wilson Martins informou, por meio da Secretaria de Comunicação, que cancelou o processo e que um novo edital será lançado em breve, sem alguns itens. Terceiro estado com pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) em 2010, atrás apenas de Maranhão e Alagoas, o Piauí estava disposto a pagar R$ 101,2 mil pelo fornecimento anual de quatro tipos de camarão, R$ 65,5 mil pela picanha e R$ 16,6 mil pela aquisição de chicletes e pastilhas de hortelã para o ano todo.


Na parte de higiene pessoal, o governo pagaria até R$ 85,41 por 500ml de shampoo e R$ 143,92 por 500 ml de máscara para cabelo, ambos da marca L’Oreal. Para o reparador de pontas, o valor estimado era de R$ 113,87 por unidade. Pelo fornecimento desses três produtos durante um ano, a administração estadual pagaria com dinheiro público até R$ 32,9 mil. A Secretaria de Comunicação do Piauí alegou ter havido um “equívoco” e uma lista de três anos atrás foi repetida nesta licitação.


Palácio de Karnak / Imagem da Internet
“Diante das frequentes reuniões e eventos promovidos na residência oficial do governador do estado do Piauí, bem como o abastecimento da mesma, não se esquecendo, obviamente, das atividades corriqueiras no Palácio de Karnak (sede oficial do governo) decorrentes do cumprimento de agenda oficial do excelentíssimo senhor governador do estado do Piauí, é imprescindível, portanto, o adequado fornecimento do aludido objeto para fazer frente às necessidades de consumo desses materiais”, informa a parte do texto da licitação em que o governo justifica por que estava fazendo as aquisições.


O texto pontua ainda que a supervisão sobre o cumprimento do futuro contrato ficaria a cargo da Diretoria da Unidade de Serviço do Gabinete Militar, responsável pela licitação. A concorrência seria feita em sete lotes e, para cada um deles, o governo piauiense estimou o preço pelo fornecimento anual dos produtos. O mais caro era o lote de gêneros alimentícios (o que inclui chicletes, temperos, biscoitos etc.), no valor de R$ 1.721.529,24. O mais barato era o de bolos e salgados (R$ 177.410,64).


Este mês, o governador do Ceará, Cid Gomes — que, assim como Wilson Martins, é do PSB —, também se viu no centro de uma polêmica semelhante. O governo do Ceará publicou no Diário Oficial do estado a contratação de um buffet, no valor de R$ 3,4 milhões, para abastecer a cozinha da residência oficial e o gabinete de Cid Gomes com iguarias como caviar, ostras, salmão e camarão. Mesmo reclamando de demagogia na denúncia, feita por um parlamentar de oposição, o governador afirmou que retiraria todos os itens com nome estrangeiro do cardápio.


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A matéria foi publicada inicialmente em http://oglobo.globo.com/pais/pi-licitacao-cancelada-para-casa-de-governador-tinha-ate-chiclete-esfoliante-9711582#ixzz2dCoICn00