quarta-feira, 20 de agosto de 2014

4 grandes conselhos na hora de escolher seu cônjuge

Dizem que “ninguém manda no coração”, que “o amor tem hora para chegar” e até que “o amor é cego”. Estas frases populares são verdadeiras no sentido de que o amor não é algo que possa ser induzido, nem muito menos forçado. Mas também é verdade que oamor é uma entrega que supõe nossa escolha livre.


Ao conhecer uma pessoa, somos atraídos por algumas das suas características: seu físico, seu caráter e até sua maneira de resolver esta ou aquela situação. Mas será que estas características que nos atraem são provas suficientes para considerar essa pessoa como a ideal para o resto das nossas vidas?


Com o objetivo de ajudar você em sua busca e discernimento, apresentamos alguns conselhos:

1. Evite que a pressão social de amigos e parentes induza você a se casar

Frases como “você está ficando para a titia” ou “se continuar demorando, você terá netos ao invés de filhos”, entre outras, podem gerar um mal-estar e fazer-nos acreditar que realmente precisamos nos apressar.

No entanto, por mais boa vontade que haja em nossos parentes e amigos, esta não é a razão para decidir-nos por uma pessoa. Pelo contrário, poderia nos induzir a tomar uma decisão que nos levará ao fracasso. Mantenha uma atitude positiva, tome as coisas com calma e dê-se o tempo necessário para buscar e escolher a pessoa que você merece. Deus pode ser de grande ajuda nesta busca.


2. Não escolha alguém somente pela aparência

Usar a beleza como único método de seleção é altamente arriscado. É natural que o belo e agradável nos atraia, mas, além de ser uma característica passageira, também é verdade que, uma vez que nos acostumemos com o aspecto físico da outra pessoa, o que realmente nos manterá ao seu lado serão as características que nos fazem admirá-la, e não só desejá-la: os valores que temos em comum, sua capacidade de amar, sua inteligência etc.


3. Escolha alguém com quem você tenha afinidade

É preciso escolher alguém com quem você possa realmente compartilhar o que você é: seus gostos, seus valores, sua maneira de ver a vida. Para descobrir o grau de afinidade com uma pessoa, a melhor técnica é o diálogo.


Pergunte à pessoa, por exemplo: qual é seu ponto de vista sobre este ou aquele tema? Quais são suas metas a curto, médio e longo prazo? Como é sua vida familiar? Qual é seu conceito de família? Que importância tem para você a espiritualidade? Qual é sua religião? O que você acha do casamento? etc.


4. Acreditar que o cônjuge lhe trará a felicidade que você busca é um grande erro

Não podemos basear nossa felicidade em outra pessoa. A felicidade é algo pessoal, uma forma de assumir a vida que depende só de nós mesmos e da nossa disposição para ser felizes. Por isso, pensar que a minha felicidade depende do outro não é realista.


É melhor dizer: “Sou feliz ao seu lado porque posso fazê-lo(a) feliz”. Ao dar o melhor de nós mesmos pelo bem do outro, encontraremos virtudes e qualidades que nem nós mesmos sabíamos que tínhamos. Assim, doando-nos, vamos nos tornando pessoas mais maduras e completas.


Lembre-se: o casal perfeito não existe, o casal perfeito sou eu. Isso não significa que, de fato, eu já sou tudo o que devo ser. Cada um deve amadurecer e ir se adaptando às mudanças da vida.


Então, não se torture nem seja duro e inflexível na busca do seu cônjuge. Seja humilde o suficiente para saber que, como você, também a outra pessoa está em processo. Além disso, conte com o fato de que há hábitos, costumes e temperamentos que uma pessoa jamais poderá mudar.


Enquanto estas realidades não forem destrutivas para nós ou para nossos filhos, somos convidados a, por amor, acolhê-las com aceitação e respeito. Isso o tornará mais tolerante e trará paz ao seu relacionamento.


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Fonte: Artigo de Edgar Moltalvo, publicado originalmente em Por tu Matrimonio, imagens da Internet

domingo, 17 de agosto de 2014

24 jovens explicam por que não usam anticoncepcionais

Em uma dos sites mais acessados do momento, o BuzzFeed, um mix de notícias e material produzido e compartilhado entre os usuários, 22 mulheres que trabalham no site postaram fotos delas mesmas com um cartaz na mão. No cartaz estava especificada a razão pela qual usam anticoncepcionais.


Em resposta ao post, 24 leitoras, com outras fotos e cartazes, expuseram o motivo pelo qual não usam anticoncepcionais. É possível ver as fotos clicando aqui.


Traduzimos os cartazes sobre o “não usamos” anticoncepcionais (alguns uma resposta direta ao “sim”):


1) Porque posso evitar uma gravidez sem envenenar meu corpo

2) Porque apesar das cólicas e da possibilidade de aparecerem espinhas, isso faz parte do ser mulher

3) Porque vale totalmente a pena

4) Porque o meu corpo é um dom para o meu futuro marido, e este dom inclui a maternidade

5) Porque sou responsável e tomo decisões aceitando as consequências das minhas ações

6) Porque quero um corpo saudável e natural

7) Porque ser fértil não é uma condição à qual preciso remediar

8) Sexo = doação TOTAL de si #NFP (Natural Family Planning, ou seja, métodos naturais de regulação da fertilidade)

9) Porque não preciso renunciar minha maternidade para ser uma feminista

10) Porque consigo me controlar

11) Porque os anticoncepcionais permitem aos homens usar as mulheres SEM consequências

12) Porque atingem os sintomas, NÃO o problema

13) Não quero colocar algo de artificial no meu corpo para impedir que aconteça algo natural

14) Porque o sexo é mais que diversão… gera a vida!

15) Porque tenho a PCOS (Síndrome do Ovário Policístico) e a pílula é menos eficaz que as alternativas naturais, mas as companhias farmacêuticas querem ganhar dinheiro

16) Porque os filhos NÃO são algo inconveniente, são um dom

17) Porque é mais legal ter dois filhos do que cães ou gatos

18) Porque o câncer de mama, câncer de colo de útero e infertilidade… não valem a pena

19) Porque NINGUÉM NUNCA está verdadeiramente pronto para ter filhos - e são uma das MELHORES e mais excitantes coisas, além da satisfação que podem causar

20) Porque ser mulher e a fertilidade são um dom lindo e eu quero um amor que seja doação de si e doação da vida

21) Porque me orgulho da minha feminilidade e porque conheço muitas jovens que têm problemas reprodutivos por causa dos anos de anticoncepcionais

22) Porque a vida é uma coisa linda, sempre

23) Porque quero um sistema reprodutivo 100% saudável e intacto quando estiver pronta para ter filhos

24) Porque a capacidade de gerar a vida é um super poder que sou orgulhosa de possuir


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Fonte: Aleteia, imagens do site Buzzfeed

sábado, 16 de agosto de 2014

Arquidiocese Metropolitana de Teresina cria plano para auxiliar universitários católicos

A Igreja Particular de Teresina está promovendo em âmbito arquidiocesano o Plauc, sigla para o Plano de Arquidiocesano de Assistência aos Universitários Católicos nas Instituições de Ensino Superior.


Para a execução do Plano o arcebispo metropolitano dom Jacinto Brito conta com o apoio da Renovação Carismática Católica e de outras pastorais e movimentos eclesiais bem como de instituições de ensino da capital piauiense.


A proposta é que sejam desenvolvidas atividades como Santas Missas nas Instituições, calouradas, colóquios, retiros, formação sobre doutrina católica, olimpíadas dos universitários, festival de música católica, videoconferência e encontros com representantes dos Poder Judiciário, Executivo e Legislativo.


Para Cecília Adaniele coordenadora do MUR arquidiocesano e representante oficial da RCC no Plauc, o Plano visa efetivar a presença da Igreja Católica nas IES onde se encontra grande número de fiéis católicos e oferecer a estes um acompanhamento espiritual e o suporte eclesiástico necessário para que nesse areópago moderno possam desenvolver sua missão de “sal da terra e luz do mundo (cf. Mt 5, 13-14)


Equipe do Plauc
Já estão acontecendo as Santas Missas alguns campi universitários de Teresina. A agenda anual do Plauc é produzida em comunhão com as agendas da arquidiocese e de cada um dos promotores.


O assistente eclesiástico arquidiocesano para o Plauc é padre Fábio Fernandes que é pároco da Paróquia Nossa Senhora da Vitória, no Planalto Uruguai, Forania Leste.


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Ráurison Ribeiro, o filho do Altíssimo
Da Comissão de CS do MUR-PI
raurisonribeiro@yahoo.com.br

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Romaria da Solidariedade na região do Piauí afetada pela Mineração

Os moradores de algumas comunidades do sul do Piauí, a maioria gente humilde, como Baixio dos Belos e Contente, nos municípios de Curral Novo e Paulistana, no semiárido piauiense, respectivamente, além de enfrentarem problemas como a seca, ainda tem de lutar por suas terras, que estão sendo devastadas pela mineração. Os moradores dessa região estão temerosos em perder suas terras e ficarem desamparados sem ter para onde ir.


Nos últimos dias, o Baixio dos Belos, uma comunidade de aproximadamente cerca de 80 pessoas localizada a 40 quilômetros da sede Curral Novo, foi invadida por forasteiros dos mais diferentes tipos, colocando o povoado no “olho do furacão da mineração”. A maioria dos mineradores estão a procura de terras para especulação e se utiliza dos mais diferentes ardis para enganar a população desinformada. O povoado fica a menos de 9 quilômetros do local onde foi descoberta a maior jazida de ferro do Piauí e poderá desaparecer.


Preocupados com a situação, os moradores, recorreram à Igreja, no intuito de sensibilizarem as autoridades tanto em âmbito municipal, estadual e federal, para que eles vejam o tamanho da injustiça que esta sendo praticada pelos mineradores nessa região do Piauí, pois as famílias estão sendo expulsas das suas terras.


Em vista desse problema, teve início nesta segunda-feira (04), a primeira Romaria da Solidariedade, que tem como tema “Deus dos Peregrinos, dos pequeninos, Jesus Cristo Redentor”, realizada pela Diocese de Picos junto às famílias na zona do minério de ferra nos municípios de Curral Novo do Piauí, Simões e Paulistana. 


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sábado, 2 de agosto de 2014

Qual a posição do Vaticano diante da questão Israel Palestina?

Foi no passado domingo, no final da oração do Angelus, que o Papa Francisco se desviou do texto escrito e fez um apelo emocionado pelo fim do conflito em Gaza. “Por favor, parem! Peço-vos com todo o meu coração, é tempo de parar. Parem, por favor!”, exortou. 


O interesse com que o Papa segue a situação na Terra Santa tornou-se muito evidente quando tomou a iniciativa, inédita, de convidar os líderes da Autoridade Palestiniana e de Israel para participar numa jornada de oração pela Paz, no Vaticano, depois da sua visita à Jordânia, Israel e Palestina, em Maio. Durante a visita, os dois momentos em que visitou o “muro da separação” na fronteira de Israel e o monumento que comemora as vítimas do terrorismo em Israel foram também muito significativas. 


Contudo, para além desse apelo no passado domingo, o Papa tem guardado silêncio sobre a mais recente ofensiva israelita. Nem a sua conta do Twitter, habitualmente utilizada para divulgar curtas mensagens em favor da paz ou a pedir orações pelas zonas em conflito, tem servido para esse propósito. 


Todavia, o silêncio não revela desinteresse. Muito pelo contrário. É sabido que o Papa tem falado pessoalmente com o Presidente de Israel e da Autoridade Palestiniana para pedir maiores esforços no sentido de uma solução pacífica para Gaza e esta quarta-feira todos os embaixadores acreditados junto da Santa Sé receberam uma nota oficial, assinada pelo secretário de Estado, o Cardeal Pietro Parolin, que pede aos governos um maior compromisso com a resolução dos conflitos no mundo, sobretudo no Médio Oriente. 


Em declarações à Rádio Vaticano, o responsável pelas relações com os Estados falou da importância desta nota, dizendo que o que se passa em Gaza é uma violação dos direitos humanos.


A Igreja Católica está muito comprometida com a causa da paz na Terra Santa e atua no terreno, tanto em Gaza como na Cisjordânia e Israel, em auxílio das populações mais necessitadas. 


A situação é muito complexa e por isso todas as declarações e atos públicos têm de ser medidos com atenção, para não afetar o equilíbrio diplomático que é necessário nestas situações. 


Solução de dois Estados

Oficialmente, o Vaticano sempre defendeu uma solução com dois Estados independentes, Israel e a Palestina, mas com um estatuto especial para Jerusalém, que seria a capital partilhada de ambos os países, de uma forma que preserve também o acesso de todos os fiéis aos lugares santos. Israel não aceita esta possibilidade, reivindicando o controle total e absoluto sobre Jerusalém. 


A verdade é que o Vaticano não tem interesse em ser associado à posição pró-israelita ou pró-palestiniana. No terreno, a grande maioria dos católicos na região são árabes palestinianos. Estes, incluindo os que vivem em Israel, tendem a ser solidários com a causa palestiniana em geral, embora exista um desencantamento crescente com o facto de essa causa se confundir cada vez mais com o islamismo, como se vê no caso do Hamas. 


No resto do mundo árabe esse apoio é provavelmente mais cerrado. De uma forma geral os cristãos em países como o Egito, o Líbano, Síria e Iraque são anti-israelitas e mesmo alguns dos seus bispos são publicamente muito críticos de Israel, que vêem como responsável pelo conflito e por grande parte da instabilidade do Médio Oriente. 


Este sentimento não é partilhado, pelo menos com a mesma veemência, pelas conferências episcopais de muitos países ocidentais, que vêem Israel como um país que garante a liberdade de expressão, a democracia e a liberdade religiosa. Os israelitas, aliás, fazem questão de sublinhar que Israel é o único país em que a população cristã tem aumentado de forma estável e vive em paz e segurança. 


A custódia dos lugares santos

A isto acresce a importância da custódia dos lugares santos para os cristãos em Jerusalém, partilhada pelas várias confissões cristãs presentes no terreno, sob supervisão de Israel. 


Há uma disputa de longa data entre Roma e Israel sobre o pagamento de impostos pelas igrejas, que está ainda por resolver, mas sobretudo existe a noção de uma grande interdependência. 


A Igreja Católica sabe que a estabilidade de Israel é essencial para preservar o acesso e o bem-estar dos locais de culto e das populações cristãs na Terra Santa, e Israel sabe que só tem a perder se essa estabilidade for afetada, levando a uma interrupção das peregrinações e visitas guiadas.


A situação é ainda mais complexa com as igrejas ortodoxas. A Igreja russa e a Igreja grega, por exemplo, são as maiores detentoras de terreno em Jerusalém, incluindo o espaço onde foi construído o Knesset, o parlamento israelita, que está arrendado ao Governo. 


Por todas estas razões, a diplomacia do Vaticano na Terra Santa é feita de forma discreta, mas sempre no sentido de uma solução que garanta a paz entre judeus, muçulmanos e cristãos no local que é considerado santo para as três religiões abrâamicas


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Fonte: Comunidade Shalom, adaptado, imagens de Internet