quinta-feira, 20 de março de 2014

Influente pastor protestante sueco converte-se ao Catolicismo depois de 30 anos de pastoreio

Vimos a lógica de ter uma estrutura sólida de sacerdócio, que mantém a fé da Igreja e a passa de uma geração para a seguinte e uma força moral e ética consistente que se atreve a enfrentar a opinião pública”, escreveu Ulf Ekman. 


Um influente pastor protestante na Suécia anunciou no domingo, 9 de março, que se vai converter ao Catolicismo, juntamente com a sua mulher. 


Ulf Ekman fundou e liderou, durante mais de 30 anos, uma igreja de grandes dimensões na Suécia. Ao longo desse tempo enviou missionários para dezenas de países, fundou a maior escola bíblica e construiu a maior igreja da Escandinávia, fundou um programa de media com estações de televisão nos cinco continentes e publicou livros em mais de 60 línguas. 


A sua Igreja, Palavra da Vida, tem mais de 3000 membros permanentes, uma escola com mais de mil alunos e pelo menos 12 pastores ao serviço. 


Ekman, que era conhecido também como “pastor de pastores”, pela influência que tinha sobre ministros protestantes, chocou grande parte dos seus seguidores durante uma homilia no passado domingo, ao anunciar que depois de longa reflexão tinha decidido entrar para a Igreja Católica. 


Num comunicado publicado no site do seu ministério, Ekman escreve que nos seus contatos com a Igreja Católica: “Encontramos um grande amor por Jesus e uma teologia sã, fundada na Bíblia em dogma clássico. Experienciamos a riqueza da vida sacramental. Vimos a lógica de ter uma estrutura sólida de sacerdócio, que mantém a fé da Igreja e a passa de uma geração para a seguinte. Encontramos uma força moral e ética consistente que que se atreve a enfrentar a opinião pública, e uma simpatia para com os pobres e fracos.” 


Ekman conclui dizendo que um dos passos decisivos foi ter entrado em contato com representante de movimentos carismáticos católicos, grupos que no seu estilo de celebração estão próximos dos protestantes, mas que se encontram em comunhão com Roma. 


O casal deixa claro que a decisão diz respeito unicamente a eles e que "nem faria sentido" terem tentado fazer uma integração de toda a "Palavra de Vida" na Igreja Católica.


A entrada de Ekman para a Igreja Católica é um fato muito significativo num país muito descristianizado. Embora a maioria dos suecos pertença, nominalmente, à Igreja da Suécia, que é de tradição luterana, sondagens revelam que apenas 18% da população acredita em Deus de uma forma compatível com o Cristianismo. Apenas 2% da população é católica.


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Fonte: Publicada no dia 10/03/2014 por Filipe d’Avillez em http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=141573. 
Imagens da Internet. Grifos nossos

terça-feira, 18 de março de 2014

Já se aproxima o Encontro Estadual de Formação da RCCPI

Os luquinhas de todo o Estado do Piauí são convidados a participarem do Encontro Estadual de Formação da Renovação Carismática Católica deste ano. Com o tema “Conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz” (Efésios 4,3), o Encontro será realizado dos dias 28 a 30 de março no na arquidiocese de Teresina. 


O EEF acontecerá no Liceu Piauiense, na capital, com a presença de todo o Conselho Estadual da RCC e de alguns coordenadores nacionais de ministérios da RCC. Haverá momentos de intensa oração, louvor, música, formação e a realização de workshops do MUR e dos outros ministérios. O encontro vai ter ainda adoração ao Santíssimo Sacramento e Santas Missas. 


Chama a galera do seu GOU, procura uma caravana e venha viver conosco esta celebração da Unidade de nosso Movimento. Mais informações estão disponíveis no blog do evento que você tem acesso clicando aqui. A gente se vê lá. Paz e bem! 


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Ráurison Ribeiro, o filho do Altíssimo 
Da Comissão Estadual de CS do MUR Piauí, em Teresina 
raurisonribeiro@yahoo.com.br

quarta-feira, 12 de março de 2014

MUR arquidiocesano de Teresina tem nova coordenadora

Em 2014 o Ministério Universidades Renovadas da arquidiocese de Teresina está com nova coordenadora. O nome dela é Cecília Adanielle e é acadêmica do curso de Licenciatura Plena em Letras-Espanhol no Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI). 


Cecília Adanielle / Foto: Reprodução Facebook
Cecília é a atual coordenadora do GOU São Miguel Arcanjo e Santa Joana D’Arc que se reúne todas as quintas-feiras na Sala de Vídeo do CCHL no campus Torquato Neto da UESPI. 


A nova coordenadora já fazia parte do Núcleo de Serviço da coordenação passada. É natural de Porto, município do Baixo Parnaíba Piauiense, no Norte do Estado, pertencente à Diocese de Campo Maior. 


Pedimos a graça do Espírito Santo que por essa nova coordenação nos permita ser “tidos por pobres, nós que enriquecemos a muitos; por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo (2 Cor 6, 10). Que Ele sustente estes nossos propósitos e reforce em nós a atenção e solicitude pela miséria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de misericórdia.” (adapt. da carta do Papa Francisco para a Quaresma de 2014).


Que nossa Senhora das Dores padroeira da Arquidiocese Metropolitana de Teresina a guarde e que o Senhor a capacite ainda mais no novo serviço que Ele escolheu! 


Em Tempo 

Nosso querido Saulo Hermínio que coordenou o MUR na arquidiocese até o ano passado está residindo na capital alagoana, Maceió, e faz mais de perto agora caminho vocacional na Comunidade Doce Mãe de Deus. 


A Doce Mãe de Deus tem sede em João Pessoa e tem reconhecimento como de direito diocesano junto à Arquidiocese Metropolitana da Paraíba. 


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Ráurison Ribeiro, o filho do Altíssimo
Da Comissão Estadual de CS do MUR Piauí, em Teresina
raurisonribeiro@yahoo.com.br

sábado, 19 de outubro de 2013

Miss mundo 2013: "Sou pró-vida, sexo é para o matrimônio" e outras surpreendentes declarações


Eleita no último 28 de setembro "Miss Mundo 2013", a Filipina Megan Young, de 23 anos, um mês antes de vencer o concurso que lhe conferiu o título de "mulher mais bonita do mundo", em entrevista ao canal ABS-CBN declarou ser contra o aborto, relações pré-matrimoniais, divórcio e outros temas relacionados a saúde sexual e reprodutiva.


Segundo o artigo assinado por Juanjo Romero para o portal "Inforcatolica" sob o título de "Uma Miss Mundo antimundo? Mas bonita por dentro que por fora!" apresenta as surpreendentes opiniões da jovem Miss.


"Sou pró-vida! Sim (o aborto) signifiva matar a alguém que já está ali. Então, por isso, sou contra isso. Sou contra o aborto", declarou a entrevistadora que lhe pediu sua opinião a respeito da lei que viola a objeção de consciência e facilita métodos anticonceptivos e abortivos nas Filipinas.


A resposta aparentemente surpreendeu a entrevistadora que insiste sobre a anticoncepção e tem como resposta que "o sexo está reservado para o matrimônio". Insistindo no tema, sobre o divórcio, a jovem Miss afirmou ser contra. 


No fim da entrevista de um pouco mais de 25 minutos, a entrevistadora conclusivamente pergunta como uma "boa garota" diz não ao sexo antes do casamento e tem como de retorno uma simples resposta: "Muito fácil. Você diz não. Quando alguém te pressiona e vê que está indo longe demais, isso significa que não te valoriza e não valoriza a relação. Se o rapaz está disposto a se sacrificar, isso diz muito", concluiu a Young.(JS)

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Fonte: Texto e imagem do Portal Ecclesia

terça-feira, 1 de outubro de 2013

“É preciso reconhecer a importância da fé cristã” Por Dom Alfredo Shaffler

Dom Alfredo é bispo diocesano de Parnaíba e presidente do Regional Nordeste 4 (Piauí) da CNBB


A laicidade do Estado tem sido um tema recorrente nos debates e abordagens. As necessárias evoluções no entendimento sobre o Estado e a realidade religiosa justifica essa reflexão. No caso da sociedade brasileira, a religiosidade é constitutiva, independentemente das singularidades confessionais. Não se pode desconhecer e desconsiderar as raízes cristãs no nascedouro e nos desdobramentos da história da nossa sociedade. Ignorar essa importância é uma postura preconceituosa, que considera a religião como elemento descartável ou de pouca valia. Significaria ignorar a história do nosso país da querida terra da santa cruz. Trata-se de uma avaliação que revela estreitamentos da racionalidade.


Como antídoto para essa distorcida visão, é preciso reconhecer a importância da fé cristã católica como elemento que sustenta crescimentos, avanços e configurações culturais de muita importância para o nosso país. Certamente, nesse horizonte de compreensão, é que se afirma como um dito incontestável “que o Estado é laico, mas o povo é religioso”. E o povo constitui a nação à qual o Estado está a serviço, como o compromisso de edificar e manter uma sociedade justa e solitária.


Povo é mais do que Estado, que é uma configuração sociopolítica a serviço do bem comum de uma nação, em respeito e obediência a princípios advindos da justiça, da verdade, do amor e do bem de todos. Nessa direção, portanto, não é inteligente confrontar como opostas e inconciliáveis as categorias Estado e Religiosidade. A distinção é benéfica e necessária para não incorrer em misturar indevidas. Contudo, colocar essas dimensões como antagônicas é confrontar-se diretamente como o povo, a partir de uma perspectiva preconceituosa.


Trata-se de uma grande incoerência pensar o Estado como instância prestadora de serviço ao bem comum que, ao mesmo tempo, deve discriminar a religiosidade, uma dimensão importante na inteireza da vida cotidiana. Infelizmente, essa discriminação acontece de muitas maneiras. Um claro exemplo ocorre quando o Estado, por compreensões equivocadas de gestores, propõe restrições legais ao uso de espaços por instituições religiosas. É obvio que a normatização é necessária para se evitar abusos ou mau uso do espaço público. Sem definições regulatórias, uma sociedade plural marcada pelo sentido de liberdade e autonomia, não pode funcionar adequadamente. Contudo, não se pode chegar ao absurdo de considerar a laicidade do Estado como uma oposição a tudo o que diz respeito a religiosidade.



É verdade que há de se considerar a seriedade de cada confissão religiosa numa sociedade plural. A própria legislação proporciona esse discernimento, com emissão de juízos de valor a respeito de Igrejas e grupos religiosos. Inaceitável é a compreensão da laicidade do Estado que exclui completamente a religiosidade e sua vivência. Quem perde, obviamente, é o povo e o próprio Estado, que não se permite intercambiar com uma força que muito o ajuda na promoção do bem comum. Imagine se a Igreja Católica, por exemplo, deixasse de prestar os serviços sociais que oferece. Incontáveis iniciativas, muitas ainda desconhecidas, realizadas nas periferias, em áreas urbanas e rurais, com negativos para um Estado que deve buscar o bem de todos.


A laicidade configura o Estado não como oposição à religiosidade. É um parâmetro que deve ajudar na distinção entre Estado e outras instituições, como os próprios partidos políticos, atualmente tão questionados no núcleo central de sua significação, representatividade, competência nas abordagens ideológicas e debates em vista do bem comum. Nenhum partido pode se considerar “dono do Estado”, impondo sua própria ideologia. Além disso, a máquina de governo que um Estado precisa não pode ser “ cabido de emprego”,” trampolim de promoção pessoal”e mecanismo de favorecimentos. A laicidade, quando bem entendida, não deixa que o Estado seja manipulado, não permitindo, assim, um eficiente serviço ao seu povo.


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Fonte: Texto e imagens do site do Regional Nordeste 4 da CNBB