terça-feira, 24 de junho de 2014

Governo de São Paulo institui o Dia da Aliança de Amor

“Fica instituído o ‘Dia da Aliança de Amor’, a ser comemorado, anualmente, em 18 de outubro, no Estado de São Paulo.” Assim publica o texto da Lei nº 15.462, assinada pelo Governador Geraldo Alckmin, no Diário Oficial do Estado, 20 de junho.


Com isso, a Aliança de Amor, ato de fundação da Obra Internacional de Schoenstatt, é reconhecida em seu alto significado para a cultura paulista, pois reza a constituição estadual, em sua emenda 4094: “A lei disporá sobre a fixação de datas comemorativas de fatos relevantes para a cultura estadual.” E justifica: “Um povo indiferente e ignorante quanto à compreensão de suas raízes culturais pouco pode pretender em termos de um desenvolvimento global harmônico e integrado."


A deputada estadual Rita Passos, em seu projeto de lei, justifica a influência do Movimento Apostólico de Schoenstatt na cultura paulista por meio de milhares de famílias que recebem a visita da Mãe e Rainha. A Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, na qual há “verdadeiros missionários, numa autêntica campanha de evangelização integrada aos objetivos e projetos de suas dioceses e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB.” Cita ainda a influência do Santuário de Schoenstatt, em Atibaia/SP, “Centro de peregrinação e oração é considerado um local sagrado, visitado por milhares de pessoas de todo o país, que vêm agradecer, pedir graças ou simplesmente conhecer, pois se trata de um lugar ‘onde é bom estar’.”


A votação favorável dos demais deputados e a aprovação pelo governador são o reconhecimento da verdade apresentada, realmente a influência positiva da Aliança de Amor, que completa cem anos, se sobressai na cultura paulista.


Assim, acrescenta-se oficialmente uma data comemorativa para todo o Estado que contém mais de 21% da população brasileira, mais de 43,6 milhões de pessoas. Celebrar essa data é uma grande contribuição para o presente o futuro, pois é celebrar um fato, com suas informações e contribuições, que influencia a história e a cultura de todo do Brasil.


Possa a Aliança de Amor exercer sempre mais influência em todo o país, a fim de que nossa cultura seja reconhecida também como uma cultura da aliança, na qual somos irmanados em busca do bem.


Vale lembrar que em alguns municípios essa data também é celebrada oficialmente pelos órgãos públicos, como em Londrina/PR, neste ano de 2014, e a cidade de Confins/MG tem o 18 de outubro como feriado municipal, devido a influência da Aliança de Amor de Schoenstatt em sua população local.


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Link da lei promulgada: http://www.legislacao.sp.gov.br/legislacao/dg280202.nsf/ae9f9e0701e533aa032572e6006cf5fd/3de466b768e31ad483257cfd0047c00d?OpenDocument


Texto de Ir. M. Nilza Pereira da Silva em Zenit.org
Imagem de Internet

terça-feira, 17 de junho de 2014

Católicos que estão jogando na Copa do Mundo 2014; rezam antes de entrar no campo e que até intercedem pelos adversários

De aleteia.org | Há quatro anos, a poderosa FIFA tentou impor – em nome da tolerância – a proibição de manifestações religiosas nos jogos da Copa do Mundo da África do Sul. Obviamente, sua tentativa fracassou.




Talvez com maior frequência depois disso, os jogadores assumiram ainda mais sua religiosidade antes de pisar os gramados. Alguns jogadores católicos são apresentados no vídeo acima, mas há muitos outros que, ao entrar no campo, fazem o sinal da cruz.


Há até casos com o do jogador mexicano Javier Hernández (Manchester United, foto ao lado), quem se ajoelha no meio do campo e reza um Pai-Nosso antes de que o árbitro apite para começar o jogo.


O futebol, como qualquer outra manifestação humana, não é isento de crenças religiosas dos seus jogadores. No primeiro jogo da Copa deste ano, tanto brasileiros como croatas foram explícitos na hora de fazer o sinal da cruz ou comemorar os gols, como Neymar Júnior, olhando para o céu.


Lionel Messi também se destaca pela sua religiosidade: o jogador chegou a confessar que o Papa Francisco é um exemplo para ele, e atualmente participa de um projeto do Santo Padre.

domingo, 1 de junho de 2014

GOU da arquidiocese de Teresina realizou SVES dentro da Faculdade

O Grupo de Oração Universitário Santo Agostinho que acontece todas as quartas-feiras às 19h na Capela da Faculdade Santo Agostinho, na zona Sul da capital piauiense realizou entre os dias 14 e 27 de maio um Seminário de Vida no Espírito Santo (SVES).


O Seminário aconteceu na sede da Faculdade. Onde futuros profissionais poderão iniciar uma especialização na vivencia com Espirito de Deus. Estiveram presentes funcionários da instituição, visitantes e futuros psicólogos, juristas, enfermeiros, assistentes sociais, engenheiros... que puderam experimentar a grande graça de Deus. 


O SVES foi coordenado por Ráurison Ribeiro, do GOU São Miguel Arcanjo e Santa Joana D’Arc (Uespi Torquato Neto) e da Comissão de Comunicação Social do MUR-PI, a convite da coordenadora arquidiocesana do MUR, Cecília Adaniele. 


Durante o encontro reforçou aos participantes que para plantar é necessário muito mais que a semente, a terra boa e água, é preciso querer plantar. O acadêmico de Direito Lídio Lira diz ter certeza que foi uma grande graça para a faculdade, para o GOU Santo Agostinho e para todos que participaram. 


O grande objetivo foi para que todos tornassem íntimos de Deus por meio da partilha com os demais luquinhas no decorrer das pregações. 


Na sexta-feira (30) foi realizada a Santa Missa celebrada pelo Pe. José de Anchieta, do Instituto Católico de Estudos Superiores do Piauí (ICESPI), em ação de graças pelas as maravilhas que Deus fez no decorrer do Seminário de vida e também durante o período letivo (2014.1) que se finda.


>>Clique aqui e veja mais imagens da Santa Missa de encerramento do Seminário de Vida Plena no Espírito Santo e do semestre letivo.


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Do site da RCC arquidiocesana de Teresina, modificado
Imagens: Divulgação/Facebook

segunda-feira, 26 de maio de 2014

O Papa Francisco protagoniza emotivo abraço com judeu e muçulmano diante do Muro das Lamentações

Matéria de ACI/EWTN Noticias | Na manhã de hoje, o Papa Francisco se abraçou com o seu amigo o rabino judeu Abraham Skorka e o muçulmano Ombar Abboud em frente ao Muro das Lamentações em Jerusalém, em uma cena que já foi denominada como o “abraço das três religiões”.


Depois de rezar diante do Muro das Lamentações e depositar um Pai-Nosso em espanhol, escrito de próprio punho, o Papa Francisco, Skorka e Abboud, ex-secretário geral do Centro Islâmico da Argentina, uniram-se no icónico abraço.


Os três são amigos e mantinham uma relação próxima quando Francisco ainda era Arcebispo de Buenos Aires na Argentina.


Alguns dias antes da chegada do Papa, Skorka falou sobre a sua amizade com o Pontífice. “Francisco e eu sonhamos com encontrarmos juntos diante do Muro das Lamentações no Templo de Jerusalém, e nos abraçar”, disse Skorka ao Padre Antonio Spadaro, diretor da revista Civiltá Cattolica em uma entrevista publicada em 17 de maio.


“Quando Jorge Mario Bergoglio foi eleito Papa, para mim era claro que nossa amizade devia fazer-se pública”, disse Skorka. “Era necessário, por causa dos séculos de discórdia entre judeus e cristãos e a que muitas vezes a violência se sobrepõe ao diálogo”, indicou.

terça-feira, 20 de maio de 2014

A verdade sobre a Irmã Cristina, a freira cantora

Texto de ateleia.org | A Irmã Cristina Scuccia, a jovem religiosa que revolucionou a Itália e o mundo com sua participação no programa “The Voice”, não é uma “paraquedista” que se dedica a participar de festivais buscando notoriedade, como muitos a acusam. Sua história mostra todo um trabalho de evangelização entre os jovens italianos. Vale a pena conhecê-la.


Em 2007, Cristina era uma adolescente um pouco rebelde, afastada da Igreja e apaixonada por um jovem, e tinha um grande talento musical. Frequentava a universidade e se preparava para participar do show de talentos italiano XFactor. Ela mesma conta isso em uma entrevista à edição italiana da Vanity Fair.


Providencialmente, naquele ano, sua mãe leu um artigo sobre a conversão de Claudia Koll (imagem ao lado). Mas quem é Claudia Koll? Uma conhecida atriz italiana, famosa por ter começado sua carreira com filmes eróticos junto a Tinto Brass, e que em 2001 protagonizou uma das conversões mais famosas do panorama artístico do país.


Após sua conversão, Claudia Koll decidiu dedicar-se às obras de caridade com mais carentes. Fundou uma ONG, Le opere del Padre, e lutou pela evangelização e a solidariedade com países como a República Democrática do Congo, Burundi e Madagascar. Participou também, como atriz, de grandes produções católicas, como a série sobre Santa Maria Goretti e um filme sobre São Pedro.


Em 2007, Claudia recebeu a proposta de dirigir a Star Rose Academy, uma academia para artistas e também uma obra de evangelização do mundo dos espetáculos fundada pelas religiosas Ursulinas da Sagrada Família. Esta singular congregação nasceu no começo do século 20 e se dedica especialmente à evangelização dos adolescentes. Para estas religiosas, a “Carta aos Artistas”, de João Paulo II (1999) foi um grande desafio para sua vocação.


É precisamente aqui que voltamos à Irmã Cristina (foto ao lado). O artigo que sua mãe leu sobre a conversão de Claudia Koll vinha com uma propaganda: a famosa diretora da Star Rose Academy estava procurando uma moça para protagonizar um musical sobre a vida da fundadora das Ursulinas, Irmã Rosa Roccuzzo. Quem contou isso foi a própria Claudia, à revista italiana Chi (aliás, neste link há uma bonita foto de Cristina antes de tomar o hábito).


Para a jovem Cristina, protagonizar a Irmã Rosa supôs não apenas sua conversão, mas também a descoberta da sua vocação religiosa com as ursulinas. Ela começou seu noviciado com as ursulinas no Brasil, um país no qual a música cristã tem um papel fundamental.


Foi então que a noviça confirmou sua dupla vocação: à vida religiosa e à evangelização por meio da música, como fazia com os meninos de rua.


Cartaz de uma das edições do GNF
Já de volta à Itália, ela foi procurada pelo Pe. Raffaele Giacopuzzi, diretor do Good News Festival, um festival de música cristã organizado anualmente pela Pastoral Juvenil da diocese de Roma. A Irmã Cristina, como era de se esperar, venceu o concurso em sua quinta edição, realizada em junho do ano passado. E chamou a atenção dos especialistas.


Entrevistado pela edição italiana da Aleteia, o Pe. Raffaele explicou que foi ele em pessoa quem convenceu a Irmã Cristina a participar do The Voice, ao ver seu grande talento. “Eles me ligaram para convidá-la a participar, e então fiz o pedido às suas superioras, para respeitar tudo e não criar falsas expectativas”.


“O mais bonito foi que as ursulinas, na gestão desta academia de artistas cristãos, onde Cristina cresceu e amadureceu em sua vocação, se mostraram favoráveis desde o começo, mas me perguntaram: ‘Mas você acha que vale a pena?’”, contou o padre.


“Eu respondi que vale a pena por uma série de motivos: o primeiro é que não a mandamos só porque ela usa um véu, mas porque é alguém que estudou, fez academia de canto, e sabe o que faz. Além disso, ela teve contato com pessoas que vêm do mundo da arte e do espetáculo, então saberá como lutar, sabe em que ringue se encontra.”


O Pe. Raffaele explicou que a Irmã Cristina havia estado no Brasil, “onde é normalíssimo que a música cristã venda milhões de discos e seja absolutamente aceita no mercado discográfico. Mas por aqui, como vimos nestes dias, há muitas pessoas escandalizadas pelo fato de haver uma freira na TV”.





Existem muitas maneiras de ir à TV. Houve pessoas que não eram religiosas e fingiam que eram. Neste caso, trata-se de uma pessoa que vai cantar acompanhada por toda a sua comunidade, que leva uma vida tranquila e sossegada, identificada com a sua vocação. O Pe. Raffaele destacou que a Irmã Cristina, fora do palco, “é uma pessoa tímida e reservada, que não procura se exibir nem fazer-se notar”.


Comunicar o Evangelho hoje é, acima de tudo, comunicar alegria, mostrar que Jesus não tira nada de você, e sim que quer lhe dar mais. Acho que isso é o mais belo que precisa ser transmitido”, disse ele.


O sacerdote concluiu explicando que a Irmã Cristina lhe contou por que escolheu como mentor o rapper J-Ax (imagem ao lado), conhecido na Itália pelo seu contato com as drogas (a música que o consagrou, “Ohi Maria”, pede a liberação e legalização da maconha) e pelo seu anticlericalismo. “Eu o escolhi – contou a Irmã Cristina – porque sou muito consciente de que o Papa Francisco nos pediu para ir às periferias, e J-Ax, mais que os outros, é precisamente alguém que está orgulhoso de vir da periferia, de falar com a linguagem das pessoas da periferia.


Para o Pe. Raffaele, os jovens que estão no The Voice “são um grande campo pastoral para a Irmã Cristina. Ela é um sinal da proximidade de Deus também deles”.

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Os grifos são nossos, imagens da Internet